Vivemos sob
uma aculturação demente e sem nexo, a qual nos impõem ainda nem sabemos bem que
somos, de que nos tratamos, de onde viemos.
Tornam-nos
como meros escravos de um padrão conformista, guiado ao belo prazer de leis e
ideias que convêm, supérfluas e macabras. Sim, macabras. As quais
estupidificam, matam a curiosidade que acaba por nunca chegar a nascer.
Aplaude-se ao resigno, diz-se que sim e abana-se a cabeça como se de uma ordem
se trata-se. Matou-se o instinto, a sede de descoberta, o fascínio pelo mundo
inexplorado, abdicou-se do saber.
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