quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Reconforto-me nas memórias do futuro
Na esperança da euforia calma
No calor dos teus abraços à distância

Da alegria apareceu mais alegria
Ânsias de plantar o presente fértil
De fazer canções de embalar
Para acordar os sentidos cansados

Já oiço a música de fundo
Já vejo estantes a abarrotar de livros
Já te imagino a fumar à janela
E um gato a reconfortar-nos o colo

A simplicidade da plenitude efémera
A vontade de criar