domingo, 11 de agosto de 2013

Não sei se foi o meu coração a bloquear-te
Se foi a desgraça momentânea a pairar
Se foi a falta ou a vontade de te encontrar

O bloqueio que o meu cérebro faz às tuas palavras
Que me deixam como gelo, sem reação

Andarei eu à procura de algo que não encontro?
Será o medo de errar?
De me entregar?
Terei medo de morrer de paixão, não de amor, paixão

O que haverá em mim para haver tal contradição?
Esta envolvência estúpida que vai e vem

O não saber se resistirei
Se persistirei
O medo de ter e não ter dúvidas
Se és tudo ou nada para mim

Falta algo
Algo que merece ser encontrado
Estimado
Preservado

Poder sentir a tua pele
A tua respiração
A tua pulsação
Saber se és tu ou não


Que resposta ei de dar?

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