quinta-feira, 29 de agosto de 2013


Metrópole vazia de humanidade
Algarismos ocultos no meio de paredes ocas
Entre becos
E ruelas

Fachadas artísticas
Com ganas de serem olhadas
Observadas
Percebidas
Sentidas
Memorizadas

Os enganos dos olhos
Dos outros
Que emitem felicidade
E engolem raiva

A falta de compaixão
Que vagueia ao nascer do sol
Que parece que se esquece
Quando as luzes se acendem
A música começa
O ritmo abranda

E dançam de mãos dadas até arrefecer

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