Parece
que vivo à porta de uma fábrica de onde estão sistematicamente a sair seres
iguais e irritantes. A mesma forma de falar, de andar, de vestir, até de
respirar… Lamento, detesto a monotonia. É cansativa, desconcentra-me e
enjoa-me. Não percebo porque é que as pessoas preferem acomodar-se e tentar ser
e imitar os demais, tendo medo de lhes ser apontado o dedo por se distinguirem
entre uma multidão e de revelarem quem realmente são… Ser irreverente, diferente,
singular é bom. Eu cá adoro o meu gosto antigo e peculiar e que faz de mim a
personagem que por vezes sou. O que falta a muita gente? Coragem para assumirem
quem são.
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