Dizem-me
que é aquilo e o outro.
Arranjam-lhe
estereótipos.
Colam-lhe
etiquetas mal-amanhadas, que se tiram e voltam a colar.
Um
esquizofrénico delinquente.
Que
tem de ser o centro do mundo.
Com
aquelas consequências vitais que fazem o girar.
Prefiro-me
ficar com a minha definição frouxa da coisa.
E
lidar assim com ele.
Temos
o nosso universo invertido.
Que
ninguém ainda pisou.
Romantismo
utópico.
Entre
o possível e o impossível.
Entre
o real e o imaginário.
Impossibilitando
plágio.
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