Sou uma ‘não subsidiada’
Invisto no talento e na
imaginação que acho ter
E lanço o mote,
Esperando misericórdia pela
minha arte
O meu sonho é fazer do amor
profissão
Não pelas práticas que todos o
conhecem
Mas como eu o vejo
Amor é aquilo que faço
O fruto das ideias,
Dos delírios que me passam pela
cabeça enquanto durmo
E que anseiam ser
materializados
Sem comentários:
Enviar um comentário