Restam apenas
sobras
Ruínas
Reminiscências que
se criaram em vão
E que agora ficam
esquecidas num buraco
Na descampada
À espera que as enterrem
Que lhe ponham
uma campa
Ao acaso
Que lhe façam o
luto
Que acabará por
desaparecer
Pelo meio do espírito
Exausto do
delírio
Farto de se ter
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