Aqui
estou eu, quieta, sossegada no meu quarto, no meu canto, na penumbra da calma.
Lá
fora o sol brilha, as árvores e as ervas movem-se ao sabor do vento como se de
uma valsa se tratasse. Como está tudo tão harmonioso.
Ponho
a cabeça de fora da janela e uma brisa fresca e rápida enche-me os pulmões de
esperança. Deu-me sinal que estou viva e mostra-me o que ando a perder lá fora.
A natureza apanhou-me o coração. Que saudades tinha eu tuas, do sol e das
plantas verdinhas que gritam primavera.
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